Seu navegador está desatualizado!

Atualize o seu navegador para uma melhor visualização do site. Atualizar agora!

X

A análise microbiológica de alimentos é um dos pilares da segurança alimentar. Ainda assim, ela costuma ser acionada apenas quando surge um lote retido, uma auditoria crítica ou uma notificação do cliente.

 

O risco é que, quando o problema aparece, o impacto já está dado seja em prejuízo financeiro, atraso logístico ou exposição da marca.

 

Neste artigo, você vai entender quando a análise microbiológica é exigida, quais microrganismos devem ser avaliados e como o controle adequado evita rejeição, especialmente em alimentos frescos, frutas, legumes e verduras (FLV).



O que é a análise microbiológica de alimentos e por que ela é decisiva?

 

A análise microbiológica tem como objetivo identificar a presença de microrganismos que possam comprometer a segurança do alimento, a saúde do consumidor ou a conformidade legal do produto.

 

Na prática, ela orienta decisões como:

 

  • Liberação ou retenção de lotes.
  • Investigação de falhas no processo.
  • Correções de manejo, higiene ou armazenamento.
  • Aprovação em auditorias e fiscalizações.
  •  

Em alimentos FLV, onde não há etapa de eliminação térmica, esse controle se torna ainda mais crítico.

Quando a análise microbiológica é exigida na prática?

 

A exigência varia conforme o tipo de alimento, o destino e o contexto regulatório, mas alguns cenários são recorrentes:

 

  • Recebimento de alimentos frescos por supermercados e distribuidores.
  • Programas de autocontrole exigidos pela ANVISA ou MAPA.
  • Auditorias internas e de clientes.
  • Exportações, onde há tolerância zero para alguns patógenos.
  • Investigação de não conformidades ou reclamações.
  •  

Para áreas de qualidade e compras, a ausência dessas análises representa risco direto de bloqueio de fornecimento.



Principais microrganismos analisados e quando cada um é necessário:


Salmonella spp.
Um dos patógenos mais críticos em alimentos.

A presença é inaceitável e frequentemente associada a recalls e interdições.

Comum em auditorias e exigida para diversos alimentos frescos e processados.

Listeria monocytogenes

Especialmente crítica em alimentos prontos para consumo e FLV minimamente processados.

Muitos mercados trabalham com tolerância zero, tornando a análise indispensável para exportação.

 

Escherichia coli

Indicador de falhas higiênico-sanitárias e possível contaminação fecal.

Muito usada para avaliar qualidade do processo e condições de manipulação.

 

Coliformes totais e termotolerantes

Não indicam, necessariamente, risco imediato à saúde, mas sinalizam falhas de higiene, água ou ambiente.

Importantes para monitoramento de rotina e controle preventivo.

Bolores e leveduras

Relacionados à deterioração, vida útil e condições de armazenamento.

Impactam diretamente na aceitação comercial do produto.

Por que alimentos são rejeitados mesmo parecendo estar dentro do padrão?

 

Um erro comum é associar conformidade apenas ao aspecto visual ou sensorial.

 

Na prática, rejeições ocorrem por fatores como:

  • Contaminação invisível ao olho humano.
  • Amostragem inadequada.
  • Falta de definição clara de quais análises realizar.
  • Laudos emitidos por laboratórios sem acreditação.
  • Interpretação incorreta dos resultados.
  •  

Ou seja, o problema muitas vezes não está apenas no alimento, mas na forma como o controle é feito.

 

O papel do laboratório acreditado ISO/IEC 17025:

 

A ISO/IEC 17025 é o que garante que o resultado apresentado realmente representa a condição do alimento analisado.

 

Ela assegura que:

  • Os métodos são validados e verificados.
  • Os equipamentos são calibrados.
  • Os analistas são qualificados.
  • Os resultados são rastreáveis e auditáveis.

 

Isso reduz drasticamente o risco de questionamentos em auditorias e fiscalizações.



Como a AgroSafety atua para evitar rejeições?

 

Na AgroSafety, a análise microbiológica vai além da execução do ensaio.

 

Atuamos com:

  • Orientação técnica sobre quais análises são exigidas para cada alimento.
  • Metodologias acreditadas conforme ISO/IEC 17025.
  • Laudos claros, prontos para auditorias e apresentações a clientes.
  • Suporte técnico para interpretação e tomada de decisão.

 

O objetivo não é apenas entregar um laudo, mas reduzir riscos antes que eles virem prejuízo.

 

Quer saber quais análises microbiológicas são exigidas para o seu produto?

 

Fale com um especialista da AgroSafety pelo site.

 


www.agrosafety.com.br

 

Leia também